Archive for Março, 2009

Lei obriga políticos a matricularem seus filhos em Escolas públicas.

Terça-feira, Março 24th, 2009
Trata-se de um movimento de apoio à idéia do senador Cristovam Buarque, que era candidato a presidente com a proposta da educação.Ele apresentou um projeto de lei propondo que todo político eleito (vereador, prefeito, deputado, etc.) seja obrigado a colocar os filhos na escola pública.As conseqüências seriam as melhores possíveis.. Quando os políticos se virem obrigados a colocar seus filhos na escola pública, a qualidade do ensino no país irá melhorar. E todos sabem das implicações decorrentes do ensino público que temos no Brasil.
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SE VOCÊ CONCORDA COM A IDÉIA DO SENADOR, DIVULGUE ESSA MENSAGEM no seu dia-a-dia e ajude a REALIZAR essa idéia. Ela pode, realmente, mudar a realidade do nosso país. O projeto PASSARÁ, SE HOUVER A PRESSÃO DA OPINIÃO PÚBLICA.
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PROJETO DE LEI DO SENADO DE 2007 Determina a obrigatoriedade de os agentes públicos eleitos matricularem seus filhos e demais dependentes em escolas públicas até 2014..
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O CONGRESSO NACIONAL decreta:
Art. 1º Os agentes públicos eleitos para os Poderes Executivo e Legislativo federais, estaduais, municipais e do Distrito Federal são obrigados a matricular seus filhos e demais dependentes em escolas públicas de educação básica.
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Art. 2º Esta Lei deverá estar em vigor em todo o Brasil até, no máximo, 1º de janeiro de 2014.
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Parágrafo Único. As Câmaras de Vereadores e Assembléias Legislativas Estaduais poderão antecipar este prazo para suas unidades respectivas.
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JUSTIFICAÇÃO: No Brasil, os filhos dos dirigentes políticos estudam a educação básica em escolas privadas. Isto mostra, em primeiro lugar, a má qualidade da escola pública brasileira, e, em segundo lugar, o descaso dos dirigentes para com o ensino público.
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Talvez não haja maior prova do desapreço para com a educação das crianças do povo, do que ter os filhos dos dirigentes brasileiros, salvo raras exceções, estudando em escolas privadas.
Esta é uma forma de corrupção discreta da elite dirigente que, ao invés de resolver os problemas nacionais, busca proteger-se contra as tragédias do povo, criando privilégios.
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Além de deixarem as escolas públicas abandonadas, ao se ampararem nas escolas privadas, as autoridades brasileiras criaram a possibilidade de se beneficiarem de descontos no Imposto de Renda para financiar os custos da educação privada de seus filhos.
Pode-se estimar que os 64.810 ocupantes de cargos eleitorais - vereadores, prefeitos e vice-prefeitos, deputados estaduais, federais, senadores e seus suplentes, governadores e vice-governadores, Presidente e Vice-Presidente da República - deduzam um valor total de mais de 150 milhões de reais nas suas respectivas declarações de imposto de renda, com o fim de financiar a escola privada de seus filhos alcançando a dedução de R$ 2.373,84 inclusive no exterior. Considerando apenas um dependente por ocupante de cargo eleitoral.
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O presente Projeto de Lei permitirá que se alcance, entre outros, os seguintes objetivos:
a) ético: comprometerá o representante do povo com a escola que atende ao povo;
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b) político: certamente provocará um maior interesse das autoridades para com a educação pública com a conseqüente melhoria da qualidade dessas escolas.
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c) financeiro: evitará a “evasão legal” de mais de 12 milhões de reais por mês, o que aumentaria a disponibilidade de recursos fiscais à disposição do setor público, inclusive para a educação;
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d) estratégica: os governantes sentirão diretamente a urgência de, em sete anos, desenvolver a qualidade da educação pública no Brasil.
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Se esta proposta tivesse sido adotada no momento da Proclamação da República, como um gesto republicano, a realidade social brasileira seria hoje completamente diferente. Entretanto, a tradição de 118 anos de uma República que separa as massas e a elite, uma sem direitos e a outra com privilégios, não permite a implementação imediata desta decisão. Ficou escolhido por isto o ano de 2014, quando a República estará completando 125 anos de sua proclamação. É um prazo muito longo desde 1889, mas suficiente para que as escolas públicas brasileiras tenham a qualidade que a elite dirigente exige para a escola de seus filhos.
Seria injustificado, depois de tanto tempo, que o Brasil ainda tivesse duas educações - uma para os filhos de seus dirigentes e outra para os filhos do povo, como nos mais antigos sistemas monárquicos, onde a educação era reservada para os nobres.
Diante do exposto, solicitamos o apoio dos ilustres colegas para a aprovação deste projeto.
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Sala das Sessões, Senador CRISTOVAM BUARQUE .
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Saudade

Segunda-feira, Março 23rd, 2009
Ola!!!
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Bem…sou  ex aluno  do  CEOB, passei  muitos momentos  de felicidades  neste  colégio e  hj mais do que nunca  , sinto uma enorme saudade do meu tempo de   estudante, além  do meu passa tempo  favorito, que  era  a FAMUCEOB.
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Pois bem , fui  um dos 1º componetes da fanfarra, e  o que mais me deixou triste  foi eu ter voltado  a minha cidadede  origem e  ñ  poder nem se quer  assistir  a  um ensaio…e olhe  que  tentei , mas  infelizmente , so pude  chegar  ate   o  portão.
Hoje  com 25 anos de idade,  me  arrependo  so  de  uma coisa : de  não ter  aproveitado mais ,que  se eu podesse eu  repetiria tudo novamente.
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Espero que  da proxima  vez   a  escola permita que  seus  ex  alunos visitem   e façam  parte novamente  desta  unidade  de  ensino, pois nossos  filhos  , serão, com toda certeza o  futuro desta   unidade escolar.
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Atenciosamente
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Anaiandos Ribeiro
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Projeto Plantar ARVORES

Domingo, Março 22nd, 2009

Projeto Plantar

Uma experiência que precisa tornar-se amplamente conhecida e ser multiplicada por todos os quadrantes de nosso País.  Nesta mensagem, vamos mostrar o trabalho de Paulo Henrique Fabreto, Policial Militar e Gestor Ambiental na cidade de Santa Adélia/SP.  Ele é o idealizador  do “Projeto Plantar”, uma inédita experiência que deu certo e que, portanto, merece ser divulgada como exemplo a ser seguido.  O “Projeto Plantar” teve  início em janeiro de 2002, na cidade de Santa Adélia/SP, onde Paulo Henrique Fabreto fez o plantio de várias árvores frutíferas na área urbana do munícipio.

O “Projeto Plantar” tem como objetivo promover a Educação Ambiental, resgatar a auto-estima do cidadão, gerar dignidade para toda a comunidade e reduzir índices de violência e descaso. Para isso, o “Projeto Plantar” partiu para uma ação social cujos esteios são a credibilidade, capacidade, responsabilidade, coragem e determinação.
Graças ao “Projeto Plantar”, milhares de crianças tiveram aulas práticas e teóricas de Educação Ambiental.  Além disso, mais de mil árvores frutíferas foram plantadas nas escolas públicas do município. A atividade foi inteiramente gratuita, sendo patrocinada, em sua maior parte, pelo próprio policial ambientalista.  Isso significa que o “Projeto Plantar” é, em princípio, um empreendimento de uma pessoa só… O “Projeto Plantar” não ficou restrito à cidade de Santa Adélia. Em parceria com o ROTARY, foi implantada, na cidade vizinha de Ariranha, a “A Praça das Frutas”. Na Cidade de Monte Alto,  a 50 km de Santa Adélia, as crianças pobres fizeram mais de 9.000 mudas arbóreas.

O exemplo de Paulo Henrique Fabreto é importante para os dias atuais, pois já nos habituamos esperar que alguém ou uma instituição faça essas coisas por nós, que muitas vezes cobramos duramente.  Paulo Henrique Fabreto é mais  um dos muitos “mensageiros” que perceberam que a “mensagem principal” deve, prioritariamente, ser repassada às novas gerações. Entendeu, aceitou e vem cumprindo, dentro de seus próprios limites, a missão de “Guardião da Terra”. Ele simplesmente não ficou à espera dos “créditos de carbono”. Os recursos, em sua maioria, vieram de seu próprio bolso.



RESULTADOS:
Desenvolvimento – CONHECIMENTO - EXPERIÊNCIA PRÁTICA – DEDICAÇÃO - SABER OUVIR - DAR ATENÇÃO - ESTAR JUNTO – COMPROMETIMENTO – COMPROMISSO - CERTEZA DO CAMINHO - ESPERANÇA VIVA – PARCERIA - TRABALHO SÉRIO - PROCURANDO NOVOS CAMINHOS - ELES APRENDEM O QUE ENSINAMOS E ÀS VEZES APRENDEMOS COM ELES ! E SEMPRE PROCURAMOS AJUDA E SEMPRE TEM ALGUÉM  PARA AJUDAR ! DEVEMOS ACREDITAR EM NOSSOS SONHOS E TRANSFORMÁ-LOS EM REALIDADE. SÓ COM A VERDADE OS SONHOS SE REALIZAM. A VERDADE É A ÚNICA COISA QUE PRODUZ BONS FRUTOS. E QUE OS FRUTOS DA VERDADE ESTEJAM  AO ALCANCE DE TODOS. A CADA ÁRVORE PLANTADA,

A ESPERANÇA DE UM MUNDO MELHOR. EM CADA SORRISO DE UMA CRIANÇA,  A CERTEZA DE QUE ESTE FUTURO MELHOR ESTÁ MAIS PRÓXIMO. PODEMOS MUDAR O NOSSO MUNDO. E O DELES TAMBÉM.    SÓ DEPENDE DE NÓS!

O exemplo ímpar de vida que foi mostrado deve servir de referência para todos nós. Se cada um dos municípios brasileiros contasse com um “Projeto Plantar”, teríamos como resolver muitas coisas que hoje consideramos insuperáveis.

É urgente a preparação das novas gerações, pois o principal ônus que resultará das transformações planetárias será por elas enfrentado. O futuro da Humanidade pertence às novas gerações…

Namastê!

Tudo o que aqui está registrado faz parte da herança cultural que pertence a todos seres humanos, independentemente de raça, credo ou condição social, dentro do princípio
fundamental de que fazemos parte de uma só família planetária.

Cada um de nós tem o direito e o dever de contribuir para um mundo melhor. Os textos aqui apresentados podem ser copiados, repassados ou traduzidos para qualquer idioma.

A meta é justamente uma difusão ampla e global, pois há questões urgentes e cujos prazos para resolvê-las estão mais curtos a cada dia que passa.

Há pressa. Muita pressa!

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SOS TERRA - a força da Terra

Domingo, Março 22nd, 2009

Nestes momentos difíceis para a Mãe Terra e, em consequência, para toda a Humanidade, é necessário o renascer da “força da Terra”.

Temos de acabar, de uma vez por todas, com os conceitos que nos separam de Gaia. Nós “somos” a Terra! E todos os “Filhos da Terra” são também, sem qualquer exceção,“Filhos do Sol”! Ligar o Céu e Terra, buscando no Cosmos a nossa verdadeira origem, conduzirá a um novo ser humano.

A Natureza costuma responder àqueles que demonstram amor por ela.  Não “somos todos um” apenas  no plano da Humanidade, mas o somos em relação à totalidade da Vida.

O espírito da Terra, que os povos antigos sentiam como vivo, recolheu-se diante do mun-do atual e dos rumos escolhidos pela nossa civilização.  Mas o espírito da Terra não está morto, pois aguarda o seu renascimento na alma da Humanidade. Aguarda, na verdade, um chamado! “Chamo a força da Terra. Chamo a força da Lua e do Sol. Chamo a força das Estrelas. Chamo os Céus e a Terra e o Poder Universal!”

Invocação xamânica

Você já parou para pensar que as árvores são, com mais direito do que os humanos, “seres solares”? Cada árvore passa toda a sua existência em profundo estado meditativo. Na verdade, em adoração  ao Sol.  Como resultado dessa condição, também distribui para todo o planeta ondas de paz e amor.  A manifestação dessas ondas de amor ocorre de muitas formas: seus frutos que alimentam outros seres vivos, pelo oxigênio que todos nós respiramos ou pela paz e tranquilidade que  sentimos  quando  ficamos protegidos pelas suas sombras refrescantes.

Abater uma árvore, sem uma necessidade real, deveria ser considerado um crime contra a vida planetária.   Quanto um ser possui uma natureza pacífica, incapaz de uma reação contra  os seus  agressores, mais  grave, ética e moralmente, é o crime cometido contra ele, … … pois as árvores, assim como todas as demais plantas, são “anjos” que, mergulhados em profundo estado meditativo, velam pela Terra. Elas nasceram do Sol e para o Sol …

Para que a existência de cada ser humano seja possível, milhares de árvores são consumidas ou destruídas. Do início ao fim de nossa existência, deixamos um passivo ambiental imenso e aterrador.

Países desenvolvidos:

Uma pessoa custa  -  15.000 árvores

Países em desenvolvimento:

Uma pessoa custa  -  3.000 árvores

Para uma população global de  6.700.000.000 pessoas, qual seria o custo total em árvores?

Chegamos, portanto, ao ponto em que ninguém mais pode alegar que não tem qualquer parcela de responsabilidade pessoal. Não somos mais crianças inocentes que pouco sabem do mundo. Pelo contrário, nunca se soube tanto a respeito de nosso planeta!  Conhecimento, respeito, ética, cautela e responsabilidade são expressões que deveriam orientar a nossa maneira de viver. Precisaríamos de mais conhecimentos técnicos ou científicos, informações ou estatísticas detalhadas para, só então, nos decidirmos pelo plantio intenso de árvores no planeta inteiro? O que ainda estaríamos aguardando? Somente tentaríamos salvar a Natureza caso isso se revelasse como sendo um excelente negócio? Quando milhões de dólares ou euros (créditos de carbono) chegassem aos nossos bolsos?

Estamos completamente indiferentes aos gritos de socorro por parte da Mãe Terra. Seus lamentos de angústia e agonia, que  já podemos escutar pelos quatro cantos do planeta, têm abalado os corações mais sensíveis. Mas os surdos de coração nada ouvem. Se nada ouvem, como pode-riam escutar?

Assim, “saber cuidar”,o oposto da profanação, é o primeiro princípio que devemos seguir em relação à Natureza. Pela primeira vez na história da Terra, o destino do planeta e de toda a Vida nele existente - animal e vegetal -  foi confiado a uma única espécie: a Humanidade.

A Natureza é frágil e delicada. Sua força reside na capacidade contínua de regeneração.  Torna-se, porém, extremamente  frágil quando confrontada com as  atividades humanas, que desconhecem limites e dessacralizam essa Obra Cósmica que é a Terra Temos de provar que sabemos cuidar do mundo em que vivemos, ou todos seremos, em futuro próximo, banidos do planeta.

Está em nossas mãos o destino da Mãe Terra. O nosso  destino. Tudo o que serviu para orientar, até agora, a  trajetória da Humanidade, terá de ser revisto e repensado.
Essa nobre missão pertence àqueles seres que galgarem o topo da escala evolucionária. A espécie humana chegou  até este ponto  somente para descobrir que o prêmio era mais trabalho. Muito trabalho…

Essa nova responsabilidade para a Humanidade, a de não mais cuidar apenas de si mesma, mas de toda a Criação, estabelece um novo patamar em nossa evolução: o de co-criadores e guardiões da Vida. Essa nobre missão não poderá ser recusada. Como se trata de um pedido de socorro da própria Natureza, da Obra do Criador, teremos o dever de aceitá-la. Caso a nobre missão de preservar a vida planetária seja recusada, quais seriam as justificativas  válidas para continuarmos a nossa existência na Terra? Existiriam tais justificativas? E qual seria o interesse e a resposta da Mãe Terra em relação à Humanidade, uma espécie rebelada que despreza e rejeita a sua própria origem nobre e divina? Teremos de ter conhecimento, desprendimento, coragem e sabedoria para lidarmos com essas novas questões. Com  o futuro da  Humanidade em jogo, cooperação e solidariedade terão de ser exercidas em grau máximo e âmbito internacional.

Os desafios do mundo atual são imensos. Mas ninguém deve intimidar-se perante tais obstáculos… … mesmo porque, dentro de cada ser humano, existe um rico manancial de forças,  as quais, acionadas no momento e direção certas,  podem mover o mundo.

“Guardião da Terra”, a importância de cada mensageiro, aqueles que se consideram  “Filhos do Sol” e  sentem que têm uma séria missão a ser cumprida neste planeta.
Cada mensageiro deve tornar-se uma fonte de Luz para todas as demais pessoas. Nossos conceitos de vida devem passar do “individual” para o “transpessoal”. “Essas pessoas que não aceitam a derrota serão os heróis de amanhã, arautos de um novo mundo que pode e precisa nascer.”

A mensagem principal deverá ser dirigida, em caráter prioritário, às novas gerações, pois elas, sem dúvida alguma, são as verdadeiras e legítimas herdeiras do futuro deste planeta. Essa mensagem dirigida às crianças deverá, acima de tudo, enaltecer o amor pela Mãe Terra. Com isso, fortes vínculos com o planeta seriam formados. Se ensinarmos cada criança a ter amor pelo planeta, milhões delas assumiriam, com certeza, o papel de “Guardiões da Terra”. Talvez esta seja a nossa única alternativa, se almejarmos
um futuro digno para toda a Humanidade,…… pois a geração adulta,  justamente aquela que comanda os destinos do mundo atual e pode, portanto, definir os rumos futuros da Humanidade, recebeu uma formação na qual a Natureza  é  somente um bem econômico e sem qualquer valor intrínseco.

Na Conferência das Nações sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a ECO 92, no Rio de Janeiro, em junho de 1992, a menina canadense Severn Cullis-Suzuki deixou um recado bem claro.
“Não posso deixar de pensar que essas crianças têm a minha idade e que o lugar onde nascemos faz uma grande diferença.”

Severn Cullis-Suzuki

Paulo R. C. Medeiros, autor destas mensagens, reside em Campo Grande/MS – Brasil

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